Setorial do Patrimônio Cultural entra em ação

Setorial do Patrimônio Cultural entra em ação

A Fundação Cultural de Balneário Camboriú (FCBC) promoveu no final da tarde desta quarta-feira (21), a primeira reunião preparatória para a inserção da Câmara Setorial de Patrimônio Cultural no Sistema Municipal de Cultura (SMC/BC). Participaram do encontro 23 pessoas, entre arquitetos, historiadores, artistas visuais, folcloristas, professores universitários (UFSC/Univali), publicadores de livros e agentes culturais, além de técnicos da FCBC.

Durante o encontro, o grupo elencou as seguintes prioridades de ação:

• Diagnóstico do patrimônio cultural material e imaterial.
• Registro e incentivo à produção cultural de caráter imaterial.
• Salvaguarda de bens móveis e imóveis, incluindo paisagens.
• Fornecimento de subsídios e recomendações para a definição de diretrizes, estratégias e políticas públicas para o setor.

Como primeira ação, foi sugerida a participação de representantes do grupo nas reuniões do processo de revisão do Plano Diretor já a partir dos próximos dias (sexta e sábado). O engajamento nesse processo de revisão se justifica considerando as conexões entre o patrimônio cultural, a construção civil e o turismo, diante da possibilidade de ampliação do potencial econômico da cidade, da promoção e do fortalecimento das comunidades tradicionais. Na próxima semana, será definido o cronograma de reuniões regulares deste grupo de trabalho, as quais deverão ocorrer sempre na sede da Fundação Cultural.

O que é?
(Fonte: MinC)
A Câmara Setorial do Patrimônio Cultural se constitui como espaço institucional de diálogo entre arquitetos, urbanistas, artesãos, artistas, historiadores, folcloristas, escritores, educadores, trabalhadores do setor, pesquisadores, gestores, comunidades tradicionais, por intermédio de suas entidades representativas, organizações não governamentais e o Governo. Este grupo segue em sintonia com os eixos centrais das políticas do Ministério da Cultura: o incentivo à produção e o amplo acesso à fruição simbólica; o fortalecimento da produção cultural na economia; a capacidade de geração de trabalho e renda, e a promoção da cidadania mediada pela cultura e pela arte.

Texto e foto: Vânia de Campos/FCBC

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